A procura por aulas de defesa pessoal aumenta em diferentes regiões do país, revelando um movimento de conscientização e fortalecimento da segurança feminina. Dados do DataSenado apontam que três a cada dez brasileiras já sofreram violência doméstica, impulsionando projetos como o programa Mulheres em Defesa no Mato Grosso.

Sandro Christovam Bearare, especialista em autodefesa e técnicas antissequestro da Ludus Vision, destaca que "quando a mulher passa a ter noções de defesa, reduz a sensação de vulnerabilidade e amplia sua autoconfiança", enfatizando que a autodefesa é tanto psicológica quanto prática.

Lucas Silveira, coordenador do Instituto Defesa e responsável pela Ludus Vision, confirma o aumento de contatos de mulheres interessadas em conhecimento prático e teórico. A metodologia integra aspectos psicológicos e de percepção situacional, com técnicas adaptadas à realidade feminina e ênfase em movimentos simples mas eficazes.